É clichê, mas faz parte!

 

Espalhe que ainda tem muita coisa boa por aí, que nada é de todo mal. “Clichêzinho”, eu sei, dá vontade de bocejar, não é? Só me diz qual é a diferença que vai fazer você ser só mais um que foca em tudo o que existe de ruim? A arrogância está aí, a ignorância, a frieza, a falta de bom senso, educação e tudo mais, coisa antiga de se dizer, não é? O mal existe, o mundo é ruim, tudo é podre, confiança não existe e blablabla. Para ser sincera, isso cansa mais do que os outros clichês. Renda-se a aceitar as coisas, não só as ruins, mas também as boas. Fique sabendo que mais triste do que fechar os olhos para as coisas ruins, é quando você apenas vive lembrando delas, mudando todas as suas atitudes e sua essência, por conta delas. Ruim é ser dominado por suas certezas absolutas e pelo seu único ponto de vista. Fique sabendo que sentir não é proibido, que ‘por favor’ e obrigado (a)’ não foram banidos, que existem outros jeitos de enxergar as coisas. Não é pregação de ‘paz e amor’ não, eu juro. Só diga a todos, mas a cada um deles com um jeito especial de que o mais importante ainda está dentro de nós.

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